
augusto cury vai apoiar quem no segundo turno
Augusto Cury comenta resultados das eleições 2026 e critica clima de ódio
Após ficar em terceiro lugar nas eleições 2026, Augusto Cury critica a polarização e promete novo pronunciamento sobre o futuro político do Brasil.
Augusto Cury · Redação Notables · 8 de outubro de 2026 às 21:16
O escritor e psicólogo Augusto Cury, conhecido por suas obras sobre inteligência emocional e desenvolvimento humano, apareceu recentemente nas manchetes ao comentar os resultados das eleições presidenciais de 2026. Embora não tenha sido candidato, Cury recebeu mais de três milhões de votos de eleitores que o consideraram uma opção de terceiro turno, o que o posicionou em terceiro lugar na disputa. Esse desempenho inesperado gerou grande repercussão, sobretudo entre os apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva e de Flávio Bolsonaro, que passaram a disputar a preferência dos eleitores que se identificaram com a mensagem de Cury.
Em entrevista concedida logo após a divulgação dos números, Cury manifestou preocupação com o que chamou de "guerra de ódios" que se instalou no debate público. Segundo ele, a polarização excessiva tem dificultado a construção de consensos necessários para enfrentar os desafios sociais e econômicos do país. "As dores que a gente sente não têm coloração partidária", afirmou, reforçando a ideia de que as questões de saúde mental, educação e bem‑estar são transversais e demandam soluções que ultrapassem os limites dos partidos.
A crítica de Cury ao clima de hostilidade foi acompanhada de um pedido de paciência por parte do público. Ele anunciou que, nos próximos dias, fará um pronunciamento mais detalhado sobre seus projetos e sobre a sua visão para o futuro político do Brasil. "Por favor, aguardem", escreveu em suas redes sociais, indicando que pretende apresentar propostas concretas que possam contribuir para a redução da violência verbal e para a promoção de um diálogo mais construtivo.
A reação de Flávio Bolsonaro, candidato do PL, foi imediata. Em um evento de campanha, o político fez um aceno ao escritor, reconhecendo a importância da mensagem de Cury para o eleitorado. "Aprendi com Augusto Cury que a dor não escolhe partido", disse Bolsonaro, tentando se posicionar como alguém que valoriza a abordagem humanista do psicólogo. Essa declaração gerou debates nas redes sociais, com apoiadores de ambos os lados questionando se a referência a Cury seria apenas uma estratégia eleitoral ou um sinal de mudança de discurso.
Enquanto isso, os seguidores de Lula também se manifestaram, apontando que a mensagem de Cury poderia servir de ponte entre as diferentes correntes políticas. Alguns analistas políticos interpretam o posicionamento do escritor como um convite ao bipartidarismo, ou até mesmo à criação de um espaço político independente que priorize a saúde mental e o bem‑estar da população.
O que se sabe até o momento é que Augusto Cury ainda não definiu se pretende entrar formalmente na arena política. Seu foco tem sido, tradicionalmente, a produção de conteúdo educativo e a realização de palestras sobre inteligência emocional. No entanto, o inesperado número de votos e a atenção que recebeu dos principais candidatos sugerem que sua influência pode se expandir para além do campo cultural.
Nos próximos dias, a expectativa gira em torno do pronunciamento prometido por Cury. Observadores aguardam propostas concretas, que podem incluir iniciativas de educação emocional nas escolas, programas de prevenção ao suicídio e políticas públicas voltadas para a redução do estresse coletivo. Caso o escritor apresente um plano estruturado, ele pode se tornar um ator relevante no debate sobre como reconstruir a confiança entre os brasileiros em um cenário pós‑eleitoral marcado por desconfiança e antagonismo.
Independentemente do caminho que escolher, Augusto Cury permanece como uma figura que tem conseguido mobilizar milhões de brasileiros em torno de uma mensagem de empatia e autoconhecimento, mostrando que, mesmo fora dos corredores do poder, é possível influenciar o discurso nacional.
Este artigo foi preparado com base nas declarações públicas de Augusto Cury e nas reações de figuras políticas ao seu desempenho nas eleições de 2026.
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